Declarações e galeria da estreia de Márquez no MotoGP em Cheste
O piloto Marc Márquez estreou-se finalmente ontem no Circuito de Valência, depois da incerteza causada pelas condições meteorológicas, mas por fim e após a espera víamos o 93 sobre a Honda RC213V, a máquina que pilotará na temporada 2013 e à qual terá de se adaptar durante esta pré-temporada.

Ontem aconteceu um dos momentos mais esperados pelos adeptos do Mundial de MotoGP: a estreia do piloto Marc Márquez com a que será a sua moto para a próxima temporada, a RC213V Honda, uma máquina maravilhosa que viu Dani Pedrosa fazer um final de temporada espetacular. Boas sensações, portanto, com esta MotoGP, embora ainda falte muito trabalho, sobretudo para o 93, que tem de se adaptar a ela, às travagens e ao traçado da categoria rainha.
Depois de ver que na segunda-feira Márquez não saiu à pista, e que as condições meteorológicas não pareciam melhorar para quarta-feira, já muitos davam como adiada a estreia de Marc com a MotoGP no Circuito de Valência. No entanto, finalmente víamos o 93 vestir o macacão, e tirar a sua moto e a de Dani para aquecer no pit lane, com a pista molhada mas sem chuva. Nesse momento víamos a saída para o traçado do Campeão do Mundo de Moto2.
A primeira série foi de sete voltas, marcando 1.44 na primeira volta e baixando a cada volta. Rápida evolução de Márquez, que fechou essa primeira série com 1.35.846, voltando à pista para continuar a trabalhar, dando mais de 20 voltas ao traçado valenciano e deixando o seu tempo em 1.33.403. Foi o sétimo mais rápido do dia, a pouco mais de 1.081 s do primeiro classificado, o seu companheiro de equipa Pedrosa.
Agora a equipa Repsol Honda tem planos diferentes para cada um dos seus pilotos: Pedrosa vai descansar com a Honda até fevereiro no Circuito de Sepang, enquanto Márquez irá com a marca ao traçado malaio nos próximos dias 26, 27 e 28 de novembro, onde continuará a adaptar-se à categoria e à sua nova moto.
Declarações de Marc Márquez:
Estou muito contente. Esperámos todo o dia que o asfalto secasse para podermos sair a testar a moto, e a espera foi longa. Começava a sentir-me impaciente e a pista estava a secar, por isso finalmente pude sair a rodar. No início foi bastante difícil, mas ao mesmo tempo muito bonito sentir a potência da moto. A roda dianteira levantou-se muitas vezes nas retas, mas pouco a pouco fui ganhando confiança em cada saída à pista e fui rodando cada vez mais depressa.
Tentei adaptar o meu estilo de condução da Moto2 a esta moto, porque há grandes diferenças. Há muitas coisas a melhorar e a testar; o pneu dianteiro tem um comportamento muito diferente, mas o mais importante agora é que tivemos um bom arranque e tenho muito boas sensações com a equipa.
Fonte | Repsol Media Service




























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