Marc Márquez o melhor do dia 1 dos testes de MotoGP em Catalunha
O piloto Marc Márquez foi o melhor do dia 1 dos testes de MotoGP no Circuit de Barcelona-Catalunya.

Os pilotos do Mundial de MotoGP disputaram ontem uma jornada de testes no Circuito de Barcelona-Catalunya, onde vimos o piloto Marc Márquez da equipe Repsol Honda confirmar-se como o mais rápido, marcando um tempo de 1:44.071 na penúltima de suas voltas na pista catalã.
Márquez deu um total de 82 voltas nesta jornada de provas, conseguindo esse registro na penúltima do dia; enquanto na segunda posição ficou Maverick Viñales, que ficou a 0,366s do primeiro, sem dúvida uma grande melhora para o piloto da Yamaha, sobretudo considerando a situação um tanto complicada durante todo o fim de semana para o 25.
Na terceira posição ficou Jonas Folger; o piloto da Yamaha mostrou muito ritmo durante todo o fim de semana, conseguindo rodar em 1.44, ficando a 0,901s do primeiro, e sendo o único junto com Márquez e Viñales. Já nas demais posições temos Pedrosa em 4º, Aleix Espargaró em 5º, Crutchlow em 6º, Zarco em 7º, Redding em 8º, Rabat em 9º e Rossi em 10º. Petrucci em 11º, Miller em 12º, Pol Espargaró em 13º, Iannone em 14º, Lowes em 15º, Kallio em 16º, Rins em 17º, Guintoli em 18º.
A jornada foi tão quente quanto a do domingo de corrida. Com máximas de 35 °C de temperatura ambiente e 52 °C no asfalto, as condições do traçado catalão foram muito semelhantes às da prova dominical.
Os pilotos da Yamaha tinham dois chassis novos, por isso Valentino Rossi testou um na segunda-feira, e Viñales o outro. Hoje trocarão entre si e poderão testar o que foi usado pelo companheiro. Assim, cada um dos pilotos oficiais da Yamaha terá um dia inteiro para avaliá-lo. Em sua última série de voltas, quando conseguiu seus melhores registros, Viñales usou uma nova carenagem, diferente da usada na corrida. A Monster Yamaha Tech3 concentrou seus esforços em diferentes settings, na suspensão, e testou um novo chassi que não os convenceu totalmente. Jonas Folger foi ao chão na Curva 5 sem consequências.
A equipe Repsol Honda focou seu trabalho na preparação para Assen e as próximas corridas. Quanto à LCR Honda, Cal Crutchlow dedicou-se a testar a geometria, a eletrônica e a suspensão, com o objetivo de resolver a falta de aderência do eixo traseiro na corrida. O eixo dianteiro ainda é muito mole para Crutchlow, mas precisam se adaptar. O piloto britânico sofreu uma queda sem consequências físicas na Curva 10.
A equipe Ecstar dedicou-se a trabalhar na preparação da moto; os settings foram a maior preocupação da equipe japonesa. Tanto Andrea Iannone quanto o piloto de testes Sylvain Guintoli trabalharam nos dois aspectos. Quanto ao recém-recuperado Alex Rins, não trabalhou em nada especial: rodou muitas voltas buscando readaptar-se ao pilotagem e testar seu pulso esquerdo.
Já na equipe Estrella Galicia 0,0 Marc VDS, Tito Rabat focou seu trabalho no chassi, enquanto Jack Miller concentrou-se na suspensão dianteira e em tornar a moto mais ágil na passagem pelas curvas, pensando em Assen. Na Octo Pramac Racing, Danilo Petrucci rodou pela manhã, mas ressentiu-se da queda de domingo e parou de rodar ao meio-dia.
Na Aprilia Team Gresini, Aleix Espargaró e Sam Lowes concentraram seu trabalho na parte dianteira, especialmente nos garfos e na geometria.
Rumo à segunda jornada de testes.
Fonte e Fotos | MotoGP Official website
















